Programas de bem-estar são realmente eficientes, aponta estudo
Nove em cada dez companhias veem impactos positivos ao investir na saúde mental, conforto e segurança dos funcionários.
s empresas concordam sobre a eficiência dos programas de bem-estar. É o que aponta um estudo do Gympass com mais de 2 mil líderes da área de recursos humanos divulgado em maio de 2023.
Das companhias que mensuram o retorno sobre o investimento de seus programas, que representam 80% do total, nove em cada dez veem impactos positivos. 78% disseram que reduziram custos de assistência médica e 85% que tiveram gastos menores com aquisição, retenção e engajamento de talentos.
Quanto à produtividade, 100% concordam que os programas são importantes para a satisfação dos funcionários e 85% relataram a redução no número de atestados médicos.
As respostas vieram de empresas da Alemanha, Argentina, Brasil, Chile, Espanha, Estados Unidos, Itália, México e Reino Unido.
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“Há cinco anos, pouco se falava de saúde mental e de um suporte mais amplo para o indivíduo e a sua família”, afirma Renato Basso, vice-presidente de RH do Gympass.
O Brasil é mais otimista ainda comparado aos demais países. Das empresas brasileiras que adotam programas de bem-estar, 82% veem uma redução no custo dos planos de saúde e 88% relataram queda no número de faltas ao trabalho por razões médicas.

